Escola da Rede Estadual promove recepção cultural no início do Ano Letivo 2026

Mato Grosso do Sul

12.02.2026

Ação proporciona acolhimento cultural participativo para envolver os estudantes

 

O Ano Letivo 2026 começa com música, dança e integração na EE Professora Zélia Quevedo Chaves, em uma recepção temática inspirada no Carnaval, uma expressão cultural viva e celebrada no país inteiro.

A iniciativa apostou no samba como ritmo para descontrair, preservando a linguagem de aproximação e convivência, marcando o reencontro e a reconexão com os estudantes da Zona Sul de Campo Grande.

A ação contou com parceria do Instituto Projeto Livres MS, envolvendo os estudantes em uma metodologia de integração que transforma receptores passivos de cultura em coautores e participantes ativos dentro do ambiente pedagógico.

Estudantes no centro

Toda programação foi conduzida pelos estudantes participantes do projeto e contou com inúmeras canções e danças pensadas, especialmente, para a recepcionar os colegas.

A proposta está alinhada com as habilidades artísticas desenvolvidas na escola, pensadas para amplificar sentimentos ligados à expressão e envolvimento.

A iniciativa também contribui para fortalecer a autoestima dos alunos e estimular o engajamento nas atividades escolares desde os primeiros dias de aula.

Acolhimento pedagógico

Mais do que um momento festivo, a recepção foi pensada como ação de acolhimento. A escola estruturou a atividade para incentivar respeito, integração entre turmas e aproximação com novos estudantes.

O uso de atividades culturais como porta de entrada para o calendário letivo favorece vínculos e contribui para um ambiente escolar mais colaborativo.

Cultura e pertencimento

Ao incorporar uma expressão da cultura popular, a escola Profª Zélia reforça o papel da educação na valorização da diversidade de expressões e no fortalecimento dos laços entre estudantes, professores e comunidade.

Para o diretor da escola, Álvaro de Lima Silva, o objetivo de começar o ano reforçando a importância de criar ou reconectar vínculos foi alcançado.

“Quando a escola acolhe com arte e participação, o estudante se envolve melhor com o espaço, desde o primeiro dia”, ressalta o diretor.

 

Gilberto Junior, SED